COISINHAS DA ÉRICA


02 de Setembro


Você conhece o Tantra?

Uma das coisas que (também...) anda na boca do mundo é o sexo tantrico.
Partindo do principio de que estados superiores da alma podem ser atingidos a partir do sexo, o tantra é um conjunto de técnicas que tem como objetivo prolongar o ato sexual, baseadas numa filosofia mais global busca do equilíbrio e da felicidade da qual a yoga também faz parte.
No fundo é o que aqui já se escreveu muitas vezes: Grandes quecas fazem-nos sentir melhor.
Apesar de não me poder considerar uma praticante tenho de reconhecer que é incomparável a intimidade e cumplicidade que se criam quando duas pessoas se amam um dia ou mais, sem presas, num espaço decorado e pensado para o sexo.
É uma esfera quente de intimidade que se cria, que não tem nada a haver com o “one nigth stand” (que tem os seus méritos, entenda-se!) E sabem qual é a parte que eu mais gosto?
É nos intervalos, quando falamos, rimos, ou ficamos por ali, só agarrados um ao outro, a gozar o quente da pele. É como se o mundo lá fora desaparecesse e só existíssemos nós dois.
É mesmo amor e sexo.
E vocês?
O que é que acham? Já estiveram alguma vez assim?
Contem-me tudo!

Escrito por ÉRICA às 14h46
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01 de Setembro


QUE SABOR DE PIZZA VOCÊ PREFERE?


Caros colegas, está todo mundo falando em pizza. E caso ela ocorra mesmo, acredito que o sabor será bem amargo para todos nós, brasileiros. Bem a propósito, provavelmente será uma pizza de lama, ingrediente que não tem faltado em nossa política. Tudo feito com farinha do mesmo saco.
A roubalheira não é novidade em nosso país, infelizmente. Vem desde os tempos do descobrimento e parece que só cresceu e se multiplicou. Ninguém tem mais o menor pudor em roubar. Não existe mais um pingo de dignidade. Se eu ensinar meu filho a ser honesto, será que vou acabar sendo taxada de antiquada, boba, trouxa?
Se fôssemos pensar a quantidade de dinheiro que é desviada em cada repartição pública, cada estatal, cada mínima cidade, cada mísero lugar onde se lida com dinheiro da população, a gente seria o país mais rico do mundo. Pena, viu? O PT chegou dizendo que iria corrigir e só piorou. Agora estão querendo fazer uma pizza gigante e enfiar goela abaixo do povo brasileiro. Mas essa a gente não vai engolir. E o PT, hein? Que vergonha, meu Deus! Como é que eles conseguiram acabar com a história de um partido tão bonito, que carregava no colo a esperança dos brasileiros. De repente eles largaram a esperança num canto e foram alimentar sua fome insaciável de poder. Eu, hein?Eu que em toda minha vida desde pequena fui petista, a decepção é tamanha...

Escrito por ÉRICA às 13h21
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31 de Agosto


HOJE É DIA DO BLOG


Quem lançou a idéia simples e bacana foi o blogueiro Nir Ofir, de Israel, e a notícia se espalhou pelo mundo. Brincando com os números 3108, que se parecem com a palavra Blog, Ofir resolveu, sem projeto de lei nem políticos, que 31/08 seria o Dia do Blog.
Como vemos tem dia pra tudo!

Escrito por ÉRICA às 16h15
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TÁ NO INFERNO......


ABRAÇA O CAPETA!
Foi com este lema que comecei a semana.
Já na segunda-feira, uma simples vizitinha virou um descontrole só, e descontroles não programados são os melhores, com certeza!
Saí com o mais chegado de meus amigos, conheci seu novo estabelecimento e fomos comemorara como pessoas normais.
Porém depois disso, anormais cruzaram nossos caminhos e nos tornamos um deles daí eu pensei:
"- Tá no inferno, abraça o capeta", e tudo virou festa até tomarmos 1 caixa de cerveja e adentrarmos a madrugada no bar do Claudio e fazer pegação na madrugada em estranhos.
Já ontem revi amigos e bati altos papos com um de meus melhores amigos o Alisson, foi bom demais, viu Bebê?
É PELO JEITO TÕ NA ATIVA MESMO.... PESSOAS VOLTEI!
Vou indo que tenho que ir ver meu lindo médico (é lindo mesmo!)

Escrito por ÉRICA às 12h27
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Advice for the young at heart: soon we will be older


Querido diário,
É com essa frase que começo essa reflexão...
Encontrei essa frase no orkut de uma amiga. Coincidentemente, estava conversando sobre o futuro e responsabilidades com um amigo. Em como a vida mudou desde a oitava série do Fundamental até os dias de hoje. Em como eram bons os tempos que passávamos despreocupados, sem pensar em trabalhos, quando a única preocupação verdadeira era o que faríamos na próxima festa.
Em como eram boas as conversas que tínhamos, da mesma forma que as saídas. Fazendo um paralelo com o agora, aonde temos outras obrigações, como faculdade, responsabilidades, agir como adultos.
Porém, alguém me perguntou se eu quero ser adulta? Se eu quero ter as responsabilidades de um adulto? Essa questão não é simplesmente daquelas impulsivas, e nem as que nós podemos nos dar ao luxo de não responder. Sim, a vida e o tempo nos impõe que tenhamos atitudes de pessoas normais, correspondendo à idade biológica que temos.
Talvez seja infantil isso, mas eu não quero arranjar um emprego ou ficar numa faculdade aonde eu tenha que me dedicar 100% à ela e deixar de viver. Não quero um maravilhoso emprego que me tome o tempo livre, que me prive de fazer as coisas que eu gosto ou que me proíba indiretamente de sair com as pessoas que eu amo.
Não quero uma adulticidade imposta. Dessa forma, nunca serei adulta de verdade. Seria uma pseudo-adulta para sempre, como muitos costumam agir, mas não admitir. Tampouco pretendo usar gírias de jovens quando estiver com 50 anos, ou querer me passar por menos idade que eu realmente tenho. Não pretendo correr mil quilômetros quando o meu corpo não agüenta mais que um. Não pretendo me fazer passar por algo ou alguém que eu não sou. Mas também não posso admitir que me roubem algo precioso, a ingenuidade das crianças.
Existem aqueles velhinho rabugentos que esqueceram o quão bom é ser criança. Existem aqueles jovens que se esqueceram o quanto é divertido fazer parte de uma brincadeira. Existem aquelas mulheres que esqueceram a idade que têm e querem usar as roupas das filhas. Ou mesmo aqueles pais que adoram paquerar as amigas dos filhos. Existem aquelas pessoas que adoram filosofar e nada dizem. Como aquelas que saem pra beber e esquecer os problemas, que não querem voltar à realidade.
Como alguém disse uma vez, um adulto é um menino disfarçado. Nos dias de hoje, essa frase é evidente. Crianças trabalham mais que adultos e sustentam uma família inteira. Ao invés de estudarem e brincarem, estão nas ruas, serão adultos sem infância, sem boas lembranças de criança. Mesmo as crianças de classe média para cima, se sexualizam cedo demais, não querem ser crianças, brincar de correr e pular inocentemente. São mini adultos, com a aprovação total dos pais, muitas vezes, ausentes da criação do filho.
O que será que eles serão no futuro? Eu não sei, mas pretendo viver o suficiente para descobrir os males que a falta de uma fase da vida traz.

Adultos hiper-depressivos? Adultos infantilizados com cérebros estagnados? Crianças em corpos adultos? Ou o puro Admirável Mundo Novo? Ou, quem sabe, melhores do que um dia nós nunca seremos.

Escrito por ÉRICA às 12h13
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